• Pós-Graduação em História do Cristianismo

    OBJETIVO:  Quem foi Jesus de Nazaré? Qual foi sua história? Quais suas palavras? Quem o seguiu de perto, inicialmente? Como, da pregação de um camponês Galileu, surgiu um dos maiores movimentos religiosos de todos os […]

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  • Instituto de História

    Em 09 de dezembro de 2010, em sessão especial, o Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CONSUNI) aprovou por unanimidade a alteração do Estatuto desta Universidade, transformando o Departamento de História — […]

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  • Culturas religiosas do mundo mediterrâneo

    Pesquisas de variados temas religiosos relacionados ao mundo mediterrâneo e às antigas civilizações de seu entorno: Egito, Israel, Mesopotâmia, Grécia, Roma, etc.

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  • Religiosidades afro-brasileiras

    Estudos e pesquisas sobre as religiões de matrizes africanas e afro-brasileiras, suas raízes, expressões e desenvolvimentos, tradições e versatilidades, re-significações, movimentos, polissincretismos e pluralidades.

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  • Revista Jesus Histórico

    A revista Jesus Histórico dedica-se a publicar artigos, resenhas e entrevistas com especialistas renomados e jovens pesquisadores. O interesse editorial está associado a todo o enfoque ligado às recentes pesquisas sobre o campo das experiências […]

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Descrição:

“A  linha engloba todos os pesquisadores do LHER , que atuam e desejam atuar em iniciativas no campo da educação histórica escolar. A proposta está voltada para o ensino e aprendizagem da História das Experiências Religiosas.  Através de nossos pesquisadores, a linha é responsável por elaborar projetos pedagógicos e educacionais dedicados aos estudos de História das Religiões e Religiosidades, História do Pensamento e Práticas Religiosas, e História da Intolerância Religiosa. Os projetos serão desenvolvidos e aplicados in loco, em parceria com as escolas interessadas. No diálogo entre escola e universidade, a linha tem por objetivo atuar com docentes e discentes, colaborando com oficinas, palestras, processos de capacitação, revisão curricular,   e elaboração de material didático-instrucional.”

Links:

 
 
Pesquisadoras: Bruna Marques Cabral e Glaucia Ferreira Lima de Brito
Essa linha de pesquisa pretende analisar a atuação da Igreja Católica desde o contexto de implantação da República no Brasil até aos dias atuais. Ao prescrever o ideal de laicidade, os governos da primeira República produziram uma nova ambientação política, social e cultural para os grupos religiosos. No início do século XX, ocorreu uma reaproximação entre os dois poderes demarcando um novo modelo de relação entre a política e os católicos: a Neocristandade.
No período dos chamados governos populares até o Concilio Vaticano II, já observávamos transformações no campo das atividades religiosas dos leigos e do clero, no qual ficou mais latente no momento pós-conciliar.
Por fim, o nosso escopo visa proporcionar um espaço de discussão e problematização sobre as formas de perceber os fenômenos religiosos no espectro do catolicismo, compreendendo os desdobramentos políticos, sociais e institucionais.
 
 

Coordenação: José Henrique Motta de Oliveira

Ementa: Umbanda Popular, Umbanda Branca, Umbanda Esotérica, Umbanda Omolokô, Umbanda de Caboclo, Umbanda Espírita, Umbanda Franciscana, Umbanda Nordestina, Umbandomblé. Quantas são as umbandas? Existem tantas umbandas quantos as múltiplas culturas que a compõe. A definição de umbanda oferecida por Beatriz Góis Dantas (1988: 139), sugerindo-a como o resultado de misturas do catolicismo popular, cabula banto, toré indígena, baixo espiritismo, é um indício de que a religião pode variar de lugar para lugar de acordo com as influências predominantes do grupo que a pratica. Nesta perspectiva, a Linha de Pesquisa História da Umbanda e Suas Percepções Multiculturais visa empreender estudos, reunir pesquisadores e promover debates que iluminem esse campo específico da História das Experiências Religiosas Afro-brasileiras que, por mais que apresentem rituais distintos entre si, apresentam uma identidade supostamente única: a umbanda.

 
 

Coordenação: Celia Daniele Moreira de Souza e Marta Bezerra de Almeida

Objetivo: Promover a difusão de conhecimento acerca do que é a religião islâmica, discutindo a imagem que esta apresenta no mundo ocidental contemporâneo.

Discutir, pesquisar e difundir o conhecimento sobre o Islã, em perspectiva científica, em termos de fenômeno religioso e social em longa duração histórica.

 Resumo:

Pretende-se abordar aspectos políticos, culturais, sociais e de experiências religiosas das sociedade islâmicas em longa duração histórica, promovendo a percepção de sua diversidade, enfatizando a visão do Islã como uma manifestação plural e não única, dispersa tanto na Europa quanto no Oriente Médio, na Ásia e nas Américas. A proposta deste grupo é discutir as expressões daquilo que se define como “islâmico” e que se entremeia entre fé e cultura, relacionando-o ainda com sua “identidade árabe”, abordando suas doutrinas, correntes, jurisprudência, artes, filosofia, ciências, literatura, sexualidade, política e cotidiano, o conceito de submissão, a visão do outro e suas especificidades no passado e na contemporaneidade.

 

 
 

Coordenação: Caroline Mendes.

O objetivo dessa área, bem como sua intenção, é a de congregar interesses, problematizar e analisar a construção das novas identidades sociais geradas pelo fenômeno da composição homogênea de nacionalismo e religião. Há, ainda, o interesse em pôr em discussão os motivos individuais de cada grupo e/ou indivíduos que provocam, há séculos, conflitos e modificações significativas na História no momento em que interagem culturalmente e, por conseguinte, partilham diferentes crenças e valores em termos de experiências religiosas. Independentemente da relação tempo-espacial que se observe, sem dúvidas, quando nacionalismo, experiências religiosas e multiculturalismo se imbricam seus produtos e recepções tornam-se importantes objetos de questionamentos pelas ciências sociais e humanas.

 
 

Coordenação: Murilo Meihy.

O objetivo dessa área é analisar a formação histórica da cultura árabe-islâmica, levando em consideração sua pluralidade de ritos, práticas e representações. A proposta dessa área fundamenta-se na discussão sobre as experiências religiosas produzidas por sociedades imersas na tradição islâmica, identificando o conjunto de questões que norteiam a diversidade de suas organizações políticas e sociais, em diferentes espaços geográficos. Desse modo, será possível ponderar sobre a relação entre essas comunidades e suas interações geopolíticas ao longo da história.

 
 

Coordenação: Italo Diblasi; Lolita Guerra; Rennan Lemos.

A dança dos sátiros na montanha. O fogo roubado que incendeia a espécie. Vinho & vapores. Cidades frequentadas por deuses, daimons e… humanos. As experiências religiosas politeístas sempre nos apresentaram cenários em que, coletiva ou individualmente, os sujeitos se colocaram em situações-limite do ponto de vista de sua própria constituição, mesmo no caso das religiões cívicas, como nos mostrou Vernant em mais de uma ocasião. Estamos diante de fendas do cotidiano abertas em direção a um real insubmisso às artificiais categorias diferenciadoras do tempo, do espaço, de matérias, sons e colorações, do próprio e do outro.

 
 

Coordenação: Larissa Redditt

Considerando o contexto atual, identifica-se um momento de contínuas transformações

na sociedade, onde pressões econômicas, sociais, políticas, tecnológicas, culturais e educacionais estão afetando de forma significativa a vida das pessoas e as relações entre diversas sociedades e países. A área de concentração de História e Arqueologia do Extremo Oriente, no interior do Laboratório de História das Experiências Religiosas da UFRJ traz consigo um esforço de compreender o Outro, com vistas a compreender a formação de nossa própria identidade, e assim desenvolver a capacidade de nos relacionarmos com aqueles que são diferentes de nós.

Na Era da Informação, todos possuem acesso à informação, sem necessariamente serem capazes de processá-la através de um senso crítico. Saber pensar é precisamente situar os problemas, as realidades em seus contextos, e para isso é preciso que se conheça tais contextos, tanto em uma perspectiva sincrônica quanto diacrônica

Este grupo tem como objetivos :

  • Estimular e apoiar a pesquisa de estudos transdisciplinares de Extremo Oriente, procurando compreender os contatos culturais entre as diferentes regiões do Leste Asiático e mesmo a relação desta área com culturas mais distantes;
  • Disponibilizar base para facilitar pesquisa e extensão, contribuindo para a integração de professores e acadêmicos, objetivando o fortalecimento da produção acadêmica e a aproximação com a sociedade.

Oferecemos cursos, bibliografia, laboratórios e grupos de estudos a todos os interessados. As atividades são abertas a alunos de cursos de graduação, pós-graduação e ao público geral, com vistas a promover diálogos sobre temas importantes para a sociedade.

Nossa proposta é a formação de um grupo colaborativo de estudos contínuos na área, com encontros periódicos para discussão de temas específicos e para formulação de outras atividades relacionadas.

 
 

Coordenação: Drando Rodrigo Pereira (Arqueólogo/ Museu Nacional da Quinta da Boa Vista/UFRJ)

Pesquisadores associados: Dranda. Lilian Cardoso e Silva Costa Pinto (UFRJ) e Profª Drª Lolita Guimarães Guerra (UERJ/FFP São Gonçalo)

A área visa congregar estudos de cunho arqueológico, antropológico e histórico e suas interseções na construção do conhecimento sobre as religiosidades. Em especial, a área se volta para a compreensão das diversas formas de religiosidades na formação social e histórica do Brasil desde o século XIX, focando-se nas matrizes afro-brasileiras, assim como o espiritismo/Kardecismo.

Dentro do estudo religioso das matrizes afro-brasileiras, tem-se ainda como foco analisar os processos de diáspora destas manifestações associando-as a temas como: migrações no Brasil e entre a África e o Brasil, perseguições religiosas, relações econômicas e a relação entre o estabelecimento relacional entre periferias e centros. Objetiva-se assim, para além da historiografia da diáspora religiosa, analisá-la sob vieses que permitam compreendê-la como um fato histórico e social que se dá para além de relações entre os dirigentes e o espaço para a construção e elaboração de seu terreiro.

Objetivando, assim, estudos de cultura material (termo como correspondente a qualquer segmento do meio físico modificado por comportamentos culturalmente determinados), estabelecemos uma linha de relação entre a imaterialidade das expressões religiosas e sua materialidade explícita/analisável em objetos, espaços e edificações (entre os vários elementos da cultura material), buscando-se priorizar estudos que relacionem a materialidade da religião às suas expressões simbólicas, rituais e cosmogônicas pelos agentes que constituem o corpo de uma manifestação religiosa ou cultural. Ao mesmo tempo são contempladas pesquisas sobre biografias, trajetórias e estudos sobre a subjetividade (Teoria do Self e gênero) nos cultos afro-brasileiros. Objetiva-se ainda compreender os fenômenos históricos correlatos à diáspora destas religiosidades e suas implicações com o espaço.

Tem-se ainda como foco a interação entre o homem e o meio ambiente (História Ambiental e Zooarqueologia, entre outras áreas correlatas da Arqueologia) e suas associações entre as expressões do sagrado e a paisagem, observando como as religiosidades se manifestam também nesta relação.

Contato: rodrigopereira.cso@uol.com.br

 
 

Coordenação: Lair Amaro e Nicolas Theodoridis

O espiritismo moderno surgiu no século XIX e é fruto de seu tempo. Pretendia-se uma ciência experimental cujo objeto de pesquisa seria o espírito e suas relações com o assim chamado mundo dos vivos. Dessa ciência se desdobraria um sistema filosófico e desse, por sua vez, redundaria um corpo doutrinário com consequências morais. Trazido para o Brasil, o espiritismo sincretizou-se com as variadas religiosidades aqui existentes e assumiu, paulatinamente, uma nova identidade, na qual os aspectos científicos e filosóficos tornaram-se menos destacados e sua faceta religiosa, mais proeminente.